E se quiséssemos parar o tempo?

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Um milhão de pessoas iguais a ele.

E tudo assim começa, doce tarde, doce encontro, doces dias, doce vida.
O tempo passa, passa, passa. Para, para, para...
Era perfeito. Ah e como era!
Aquela sensação de que nem todo mundo te odeia, te despreza.
E o tempo vai passando, logo aprende a gostar de verdade, e assim entre risadas, as coisas caminham bem...
Problemas, problemas, problemas.
Veio a Infelicidade:
"-Isso, assim, faça-o sentir um nada"
"-Agora faça-o se sentir um zé ninguém".
"- Faça o sentir que não é bom o bastante"
E logo, ele realmente acha que não é bom o bastante.Talvez não seja mesmo.
E o que é melhor, o que é melhor?Se afastar.
A Infelicidade não tão contente:
"-Isso, agora insulte-o."
"- Faça o realmente se sentir o lixo que ele é."
E agora? E agora?Talvez devemos deixá-lo falar um pouco
"- Eu te tive, te deixei escapar por entre meus dedos, por achar que não era bom o suficiente pra você, e agora o que fazer?
"- Agora é muito tarde pra falar tudo isso, muito tarde."
"- Bem, então não posso fazer nada?"
"- Você não pode simplesmente mudar o sentimento das pessoas."
"- É... Então não posso fazer nada mesmo."
E assim tudo termina, onde nosso personagem principal, não tem final feliz.
Não existe final feliz.

1 ações sugestivas:

dan k. disse...

curioso eu estar vivendo a mesma coisa agora.

muito interessante seu blog. :3