Eu queria poder dizer, tudo o que sinto, tudo o que desejo, tudo o que penso...
"- Bem, eu queria te falar uma coisa, gostaria de poder expressar tudo o que sinto por você, dizer o quão você é essencial pra min, e afirmar a idéia de que sem você não há vida, não digo que irei me matar, nem morrer apenas porque você não me ama, mais viver sem ter você não é viver; Tudo perde o gosto, o cheiro, as cores, e o que é a vida sem você?Qual é o sentido da vida sem você?
"- E agora, perdido no silêncio da indecisão, não sei tua resposta, não sei se me dirás um simples "não", mas antes que possa dizer algo, deixe eu completar o que estava dizendo; talvez, não devesse ouvir o que estou dizendo, acho que seria melhor pra nós dois, é o que você acha não é?Pois bem, não espero uma resposta tua, algo tão bobo como um "sim ou não", só queria dizer que você foi a melhor pessoa que ja apareceu em minha vida, e talvez, tudo isso, tudo o que tenha sentido/vivido, seja platônico.
"Platônico, até pode ser."
terça-feira, 11 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Um milhão de pessoas iguais a ele.
E tudo assim começa, doce tarde, doce encontro, doces dias, doce vida.
O tempo passa, passa, passa. Para, para, para...
Era perfeito. Ah e como era!
Aquela sensação de que nem todo mundo te odeia, te despreza.
E o tempo vai passando, logo aprende a gostar de verdade, e assim entre risadas, as coisas caminham bem...
Problemas, problemas, problemas.
Veio a Infelicidade:
"-Isso, assim, faça-o sentir um nada"
"-Agora faça-o se sentir um zé ninguém".
"- Faça o sentir que não é bom o bastante"
E logo, ele realmente acha que não é bom o bastante.Talvez não seja mesmo.
E o que é melhor, o que é melhor?Se afastar.
A Infelicidade não tão contente:
"-Isso, agora insulte-o."
"- Faça o realmente se sentir o lixo que ele é."
E agora? E agora?Talvez devemos deixá-lo falar um pouco
"- Eu te tive, te deixei escapar por entre meus dedos, por achar que não era bom o suficiente pra você, e agora o que fazer?
"- Agora é muito tarde pra falar tudo isso, muito tarde."
"- Bem, então não posso fazer nada?"
"- Você não pode simplesmente mudar o sentimento das pessoas."
"- É... Então não posso fazer nada mesmo."
E assim tudo termina, onde nosso personagem principal, não tem final feliz.
Não existe final feliz.
O tempo passa, passa, passa. Para, para, para...
Era perfeito. Ah e como era!
Aquela sensação de que nem todo mundo te odeia, te despreza.
E o tempo vai passando, logo aprende a gostar de verdade, e assim entre risadas, as coisas caminham bem...
Problemas, problemas, problemas.
Veio a Infelicidade:
"-Isso, assim, faça-o sentir um nada"
"-Agora faça-o se sentir um zé ninguém".
"- Faça o sentir que não é bom o bastante"
E logo, ele realmente acha que não é bom o bastante.Talvez não seja mesmo.
E o que é melhor, o que é melhor?Se afastar.
A Infelicidade não tão contente:
"-Isso, agora insulte-o."
"- Faça o realmente se sentir o lixo que ele é."
E agora? E agora?Talvez devemos deixá-lo falar um pouco
"- Eu te tive, te deixei escapar por entre meus dedos, por achar que não era bom o suficiente pra você, e agora o que fazer?
"- Agora é muito tarde pra falar tudo isso, muito tarde."
"- Bem, então não posso fazer nada?"
"- Você não pode simplesmente mudar o sentimento das pessoas."
"- É... Então não posso fazer nada mesmo."
E assim tudo termina, onde nosso personagem principal, não tem final feliz.
Não existe final feliz.
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